sábado, 26 de maio de 2012

A.P.O De Psicologia



    A importância da motivação e o compromisso ético na administração.

A Motivação do Administrador é mais um desafio profissional onde a importância de desempenhar atividades e tarefas está diretamente ligado ao que o motiva, residindo em critérios éticos. Isso se verifica nos profissionais que tem seu valor reconhecido dentro e fora do ambiente trabalho.
A falta de motivação cria desinteresse pelo trabalho, faz do profissional um cumpridor de atividades limitando sua visão e desviando-a do processo como um todo. Quando se está motivado, pode sentir-se o desejo a flor da pele, brilho nos olhos e isso faz diferença no desempenho da organização, faz com que esses profissionais estejam em constante transformação, e para isso acontecer é preciso estar sempre motivado. No âmbito de trabalho o indivíduo motivado cria condições para realizar grandes feitos.
Motivação é uma força interna que se transforma todo instante durante a vida, onde direciona e aumenta os objetivos de um indivíduo, dependendo do que cada um pretender realizar. O Reconhecimento e a auto-realização são buscas de todo e qualquer profissional, motivando-o e estimulando-o de dentro para fora, trazendo ainda mais ideias inovadoras que resultam numa ascensão pessoal e coletiva.
O administrador possui funções na gestão de uma empresa que devem ser executadas com cautela e comprometimento, com eficiência e eficácia para atingir os objetivos e otimizar recursos, atendendo as expectativas de todos na organização, planejando organizando, direcionando e controlando todo o processo. O administrador relaciona conceito nos negócios de maneira a possibilitar práticas que alcancem as metas que  não se desvinculem da ética numa organização pública ou privada.
Mesmo sugerindo unificar e coordenar atividades de pessoas ou subgrupos, certo grau de conflito é inevitável. A tarefa do administrador é unir os diversos elementos cooperadores e conflitantes em prol de um empenho total da organização sempre com bom-senso. Assim o administrador dentro de suas funções estabelece rumos e dirige as pessoas que executam o trabalho, é indispensável a ele experiência, conhecimento, habilidade em lidar com a equipe, responsabilidade e acima de tudo elevado grau de compreensão de si e de todos. Para que isso aconteça de maneira eficaz e inteligente o administrador deve fazer uso do Código de Ética, código esse que traz com muita clareza a postura que deve ser adotada para gerar acertos nas decisões e soluções vantajosas para a organização num mercado cada vez mais competitivo. Preceitos de direitos, deveres e proibições contidos no código fortalecem a integridade e dignidade do profissional, quebrando assim paradigmas de liderança hostilizadora e distante do coletivo, aproximando através de um tratamento congruente os que estão a sua volta e amadurecendo-o também quanto ser humano.
A Ética é algo essencial, é ela quem segrega o bom profissional e cidadão que a segue como regra de prática daquele que não a segue tornando-se assim um profissional direcionado ao fracasso. A Ética é o que podemos chamar de educação de caráter que gera uma visão real e intuitiva, estabelecendo parâmetros entre certo e errado, justo e injusto, sua falta gera mentira, sonegação, roubo, distanciamento da moral e dos bons costumes, postura desonesta em favor de interesses pessoais. Ser um administrador ético é portanto impugnar fraquezas e anseios pessoais ilícitos com convicção.
O administrador é um líder seus liderados são seu espelho, por isso é preciso ter muito cuidado na arte de administrar, o administrador é quem tem a capacidade e responsabilidade de unir motivação e ética e transmitir de modo compreensivo a seus subordinados para quem entendam a proposta e filiem-se a esse ideal de conquista profissional. Esses dois importantes conceitos são a fórmula para uma organização de sucesso, de grandes projetos, de futuro promissor, pilares de sustentação sólida para o crescimento.
Ética quer dizer bom costume e não é algo vigente, as mais antigas estruturas organizacionais já possuíam; o que houve sim foi um aperfeiçoamento para os dias atuais onde os interesses de ganho e competitividade são maiores trazendo consigo uma busca singular de cada empresa pela ascensão, afinal cada organização é única, com objetivos únicos, metas e problemas peculiares.
Investir na ética e na motivação minimiza os riscos de negócios e torna o ambiente sadio, proporciona espaço para crescimento de todos. Um administrador deve também confiar e dá credibilidade aqueles que querem mostrar suas habilidades.
O que se aprende dentro de uma empresa leva-se para fora dela, sendo assim ética não é apenas uma questão organizacional, mas também social.
Portanto virtudes como ser flexível, ter bom-senso, ser tolerante, prudente, são qualidades que derivam da ética, não existe uma receita estabelecida para resolver questões éticas, mas alcançando essas qualidades se chega próximo do sucesso que se pretende. Enfim errar é algo presente no homem porém erros éticos são capazes de dizimar carreiras e organizações.
Como disse Albert Einstein “A Mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original” portanto uma mente aberta e pronta em motivar e agir eticamente nunca deixará de crescer.

A.P.O Humanidade I


Segundo os autores descrevem que a ética, atualmente tem se destacado no momento como nunca, ganhando uma importância em todos os campos de atuação, de acordo com os autores, os pontos primórdios da ética empresarial em que o mesmo denomina de managerial por causa da organização empresarial.  Referenciam que a ética em si, são comportamentos morais que irá desencadear se o individuo é ético ou não. Atitudes diante da sociedade como o respeito aos outros, ser honesto em suas ações e procurar sempre passar confiança e retidão; todos esses ideais são de suma importância no panorama de uma organização.
 De acordo com os autores as empresas atualmente tem uma metodologia de valores totalmente diferente de outras épocas, no qual tem como objetivos ser um exemplo de comportamento social para seus funcionários, para a sociedade a qual estão inseridas, clientes e seus fornecedores. De acordo com os autores, uma empresa era considerada bem sucedida no mercado, pelo simples fato dela ser produtiva e não respeitava o desejo comum de seus clientes, esses eram praticamente obrigados a se adaptar aos produtos oferecidos sem contestação. Dão como exemplo a fabrica da ford que produzia carros somente na cor preta, deixando os seus consumidores sem muitas escolhas. Para eles a sociedade consumista, tem outros critérios para efetuar uma compra em que são julgados não somente a questão da estética, da qualidade, da oferta, mas também, a questão do compromisso da organização com a sociedade e para com meio ambiente. Esses valores começaram a ser vistos pelas organizações e está cada vez mais no âmbito de agregar no qual afirmam que para uma empresa ser competitiva ela tem que ter a consciência ética na organização e, consequentemente, seus negócios irão fluir. Os autores aconselham as empresas a adotarem a postura de listar seus defeitos qual não está sendo satisfatórios, mesmo que pareçam criminosos tais itens, para que seus administradores não caiam na infelicidade de executa-las; assim como aconteceu com a corporação Enron onde feriu os princípios éticos e infelizmente acabou levando-a á falência.
Evidenciam que sem á ética uma organização não sobreviverá, esse tema ganhou destaque enorme, e a preocupação para estar de acordo com os padrões éticos tem entrado na vida de muitas empresas e, principalmente, de seus gestores. É necessário, sobretudo, que a empresa saiba respeitar a identidade cultural e as necessidades e particularidades, na comunidade onde atua, promovendo assim, uma relação saudável de parceria e comprometimento. Ao abordar a preocupação com o meio ambiente e com a sociedade local em seu código de ética, a organização está não apenas formalizando um compromisso social, mas também, estão promovendo a disseminação deste compromisso entre seus funcionários, parceiros e públicos de interesse.

sábado, 12 de maio de 2012

Gestão de Pessoas Perfil o Gestor de Pessoas email

A área de Recurso Humano deixou de ser um mero departamento de pessoal para se tornar o personagem principal de transformação dentro da organização. Há pouco tempo atrás, o departamento de Recursos Humanos atuava de forma mecanicista, onde a visão do empregado prevalecia à obediência e a execução da tarefa, e ao chefe, o controle centralizado.
Hoje o cenário é diferente, onde em muitos casos os empregados são chamados de colaboradores, e os chefes de gestores. Pode-se afirmar que gerir pessoas não é mais uma questão de visão mecanicista, sistemática, metódica, ou até mesmo sinônimo de controle, tarefa e obediência. E sim discutir e entender o disparate entre as técnicas tidas como obsoletas e tradicionais como as modernas, juntamente com a gestão da participação e do conhecimento.
A gestão de pessoa visa à valorização dos profissionais e do ser humano, diferentemente do setor de Recursos Humanos, que visa à técnica e o mecanicismo do profissional.